
|
Desde 1986, uma lei determina que 29 de agosto é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Mas será que, depois de duas décadas, há algum motivo para comemorar a data?
|
Não é à toa que a campanha desse ano para o Dia Nacional de Combate ao Fumo, definida pelo INCA em parceria com o Ministério da Saúde, alerta para essa questão. Com o apelo "Ambientes 100% Livres de Fumo: um direito de todos", o objetivo é reforçar os malefícios causados à saúde de fumante e não-fumantes. Fumantes passivos não estão mais tão passivos: infelizmente, não são apenas os fumantes que pagam um preço alto a cada cigarro aceso. Pais, filhos, esposas, maridos e colegas de trabalho também estão mais propensos a doenças associadas às substâncias tóxicas da fumaça. O que mudou é que esses "acompanhantes" estão cada vez menos passivos e mais conscientes de que a sua saúde também pode ser prejudicada.
O fumante, por muitas vezes, precisa se retirar de uma reunião familiar ou se isolar em encontros com amigos para poder dar umas tragadas. "Por muitas vezes, o fumante é rejeitado socialmente. Ele passou a ser desagradável”.
|
De acordo com o estudo realizado por pesquisadores do INCA e do Instituto de Estudos de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pelo menos sete não-fumantes morrem a cada ano no Brasil por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo, sendo que a maioria das mortes (60,3%) ocorre entre mulheres.
A CELGMED ALERTA:
Parar de fumar é um gesto de amor a você e a todos os seus!
|
Fonte: Site www.terra.com.br |